sexta-feira, 3 de agosto de 2012

EXPLORAÇÃO NO FILE 2012 - FILE – FESTIVAL INTERNACIONAL DE LINGUAGEM ELETRÔNICA

ATIVIDADES SOBRE LINGUAGEM
Educadora : Amanda 
Semana: 31 de julho 01 e 02 de agosto

Iniciamos a semana falando sobre as diversas linguagens.
Como eu me comunico?
Quais são os meios de comunicação que utilizamos?
Se antigamente nos comunicávamos por cartas hoje utilizamos email e refletimos como a velocidade da comunicação transforma as nossas vidas.
Para ajudar na reflexão sobre  as diversas formas de linguagem foi disposto numa mesa revistas, livros, jornais e reportagens. Os jovens foram convidados a manusearem o material e escolherem uma que mais lhe agradassem.
Kalline escolheu uma reportagem, Antônio desenhos, Gustavo quadrinhos, Suzana informativos. 
Cada um explicou o motivo da escolha e compartilhamos informações sobre o conteúdo de cada escolha.
Aproveitamos a sala do coletivo para buscar mais informações sobre cada tipo de linguagem escolhida pelo grupo.
Kalline buscou na internet mais reportagens, Antônio pesquisou os tipos e a história dos desenhos,  Gustavo se encarregou de pesquisar sobre os quadrinhos de Ziraldo e Suzana sobre a importância dos informativos para a sociedade.
Ainda nessa semana utilizamos a internet para pesquisar sobre a exploração da semana que seria  no 

FILE – FESTIVAL INTERNACIONAL DE LINGUAGEM ELETRÔNICA  


O FILE se encontra no prédio da Fiesp na Av. Paulista próximo ao metro Trianon Masp

Na exposição diversas obras que mexem com os nossos sentidos e percepções

provando surpresa, encantamento e também estranhamento. 

Videos de diversos países falam sobre as complexas relações humanas.

Duas vassouras ganham vida e se movimentam de forma inusitada.


Um sensor capta a imagem do rosto e a divide. A tecnologia surpreendendo. 


Um cubo flutua por uma espaço delimitado

E nos divertimos muito com os nossos rostos virando arte num quadro.


Amanda

Viviane

Kalline




Encontramos na exploração com o grupo da ONG Vila Mara

E finalizamos a exploração com um piquenique no Parque Trianon 





sexta-feira, 27 de julho de 2012

EXPLORAÇÃO NO MAM - MUSEU DE ARTE MODERNA


EXPLORAÇÃO NO MAM - MUSEU DE ARTE MODERNA 
Educadora: Amanda Sousa
26.07.2012

Para fazer mais sentido ainda as discussões sobre Arte e Cidade, aproveitamos a oportunidade para visitar o MAM (Museu de Arte Moderna).  Nessa exploração um diferencial que foi apreciado pelos jovens , o onibus foi  cedido para a instituiçao e nos buscou em nossa “casa” até o parque Ibirapura.  Além disso, duas organizações se juntaram para aproveitar esse momento Alana e Acaleo.

Chegando no parque conseguimos  fazer uma breve caminhada até o MAM.  Poucos conheciam o parque e a arquitetura dos museus acabou sendo a grande surpresa para o grupo.
Fomos recebidos no MAM por um atencioso monitor , Leo, que nos contou um pouco da história do Parque Ibirapuera.  
Leo nos explicou sobre a vida e obra de  Oswaldo Goeldi e vimos a exposição:

  Oswaldo Goeldi  Sombria Luz


Chegando no Parque Ibirapuera



Toda a turma reunida antes de entrar no MAM



Primeiras orientações da monitoria

Animados os educadores


Trabalho de xilografia do Oswaldo Goeldi



Todos apreciando os trabalhos 

e o tempo passava rápido




Oficina de xilogravura dentro do MAM

Tivemos a oportunida de aprender a tecnica utilizada pelo artista

e um varal de lindos trabalhos foi produzido


Apreciando o trabalho


Fomos embora com vontade de voltar, tanto para conhecer novos trabalhos do MAM como também para conhecer os outros museus e aproveitar melhor o parque. 




segunda-feira, 2 de julho de 2012

Avenida Paulista / Rua Augusta - Turma Manhã

Terceira e Quarta semana do PJU Grupo  Manhã
Explorações: Avenida Paulista / Rua Augusta - 10-05-2012 
                      Predio Martinelli - 16-05-2012
Educadora: Amanda

Na terceira semana começamos a pensar sobre uma fase da vida importante para todos –  Juventude e a Diversidade. Seja para quem está vivendo esse momento da vida ou para quem já passou por essa fase a juventude é sempre comentada/discutida as vezes compreendida outras não.  

Para refletir como nos vemos e como a sociedade percebe a juventude. Ouvimos a musica Aloha (Legião Urbana ). 




Cada trecho foi discutido.  A turma entendeu que os adultos por vezes invejam a fase da adolescente e que a sociedade dá um grande destaque a juventude e por vezes desprezam outras fases da vida que são igualmente importantes como a fase adulta e a velhice. É como se todos quisessem ficar jovens para sempre.

No trecho “Assim é mais fácil nos controlar/ E mentir, mentir, mentir/ E matar, matar, matar/
Discutimos a dificuldade de diálogo entre as pessoas e em conseqüência todas as formas de violência que presenciamos diariamente. 

Fazendo um link com o que tínhamos visto nas duas primeiras semanas Aproveitamos também retomar as  explorações em São Miguel e Galeria do Rock focando esse tema. 
Algumas perguntas nortearam a nossa conversa: 

O que acharam do que viram?
Grupo: "Gostamos muito. Tudo é diferente do que eu tinha visto antes" 

Identificaram as diversas tribos urbanas? (hippie/punk/gótico/clubber/e,o/hip-hop/pagodeiro)
Grupo: "Sim, no primeiro andar tem os rappers , no segundo e terceiro são mais voltados para o público do Rock ". O grupo percebeu que mesmo em um espaço como a Galeria do Rock que é voltado para a juventude  as tribos dividem em espaços diferentes. 

Qual a sensação de estar no centro da cidade?
Grupo:  No centro as pessoas se vestem diferente que no bairro, porque muitas pessoas andam com roupas sociais e muitas sempre estão correndo e mal humoradas.
Também foi observado a expressão de cansada que as pessoas tem no trêm.

Qual a sensação de estar no bairro? (medo,prazer. alegria, etc)
Grupo: "É sensação boa , mas também ruim. Eu me senti pobre vendo tanta gente arrumada, tanto prédio bonito" 

Qual a maior população identificada no centro (criança, jovens, adultos)?
Grupo:    Percebe-se que não se vê muita crianças e jovens  no centro. O maior publico é de adulto. 

Aproveitamos para discutir o lugar do Jovem na cidade.  Pensamos onde está o jovem? Em escolas? Cursos? Casa?

Antes de irmos para a Avenida Paulista. Nos dividimos em grupo e na sala de informática foram pesquisados os seguintes itens:

1 - História da Av. Paulista
2 – Comércio e negócios na Av.Paulista
3- Pontos culturais
4 – Pontos turísticos

Cada grupo pesquisou um item e compartilhou a pesquisa com o a turma toda.
 Sugestão de Sites para pesquisar
http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/o-que-visitar/pontos-turisticos/177-avenida-paulista

Pesquisa sobre a Avenida Paulista 


Arte no Beco - Estação Paulista



Avenida Paulista

Parque Trianon




E na semana seguinte, ainda pensando sobre a Juventude focando na Cidade,  em sala trabalhamos com a música com a música Sampa de Caetano Veloso. 

Vimos esse clip e nos organizamos para visitar um dos mais importantes pontos do centro da cidade - Prédio Martinelli.   

Na visita tivemos monitoria , nos explicando um pouco do prédio e como a história do prédio se relaciona com a da própria cidade. 
Ir ao Martinelli era também simbolico porque de lá avistamos toda a cidade que vivemos e que pretendemos conhecer. 















Jovens Urbanos no Rio+20


Jovens Urbanos no Rio+20
Educadora: Amanda 

Quatro representantes do Programa Jovens Urbanos no Instituto Alana – Amanda, Jonathas Karina e Kallyne – foram convidados a participar da Rio + 20 que é a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável.

Após participarem de todos os encontros sobre meio ambiente na produção da RadioBlog e também da oficina que foi preparada especificamente sobre esse tema, os jovens se sentiram mais a vontade no evento . Kallyne “Estou sabendo de tudo sobre a Rio + 20. Meu pai não sabia e eu expliquei pra ele”. 
Karina “ Nunca pensei que  o mundo fosse tão grande. Depois que entrei no Jovens Urbanos meu mundo cresceu, nunca pensei que fosse ao Rio de Janeiro, estou muito feliz”.

Nos encontramos no Alana bem tarde no dia 18.06 e nos juntamos a um grupo maior no Cenpec. Saímos 24:30 na viagem descansamos para chegar com muita energia no Rio de Janeiro. 
O sol nos acordou já no dia 19.06 bem cedinho e mesmo antes de descermos do ônibus fomos recepcionados com a linda paisagem de um lago e logo algumas contradições apareceram com o encantamento. Era um lindo lago envolto de casas de construções muito precárias e abringando em seu leito amontados de lixos. Sim, ao invés de peixes , lixos. Já nesse momento nos questionamos a importância do Rio+20. 
Será possível que as autoridades não estão vendo os rios, lagos poluídos? Será que as autoridades não percebem as condições precárias que as pessoas se encontram ao morarem próxima ao lago poluído?
O trânsito nos alertávamos para outras questões. Será que o transporte público da cidade dá conta de atender a demanda?

Ufaa quantas indagações. Depois de um pouco de trânsito fomos recepcionados pela equipe do Cenpec que gentilmente nos levaram para tomar um café. Café maravilhoso com gostinho de expectativa. Num grupão de 70 pessoas fomos logo ao Aterro do Flamengo onde estava a Cúpula dos Povos “,com o objetivo de discutir as causas da crise socioambiental, apresentar soluções práticas e fortalecer movimentos sociais do Brasil e do mundo.”
E então de fato estamos fazendo parte da  Rio + 20.

Lá que surpresa que alegria! Gente de todos os lugares do país e do mundo.
Pessoas de todas as idades.

Acompanhamos na Cúpula dos Povos  A tenda dos  Diálogos Intergeracionais Sobre Sustentabilidade.

Estavam entre os convidados Maria Alice Setúbal, Edgar Morin, Marina Silva, Heloísa Helena e Oded Grajew e outros. Cada convidado contava um pouco sobre sua história, sua militância relacionada ao meio ambiente. Foram convidados de diversas idades alguns que inclusive participaram da Rio 92.  

Após acompanhar algumas manifestações , fomos conhecer a famosa cidade maravilhosa e de fato ficamos encantados.

FOTOS


No Youtube é possível acompanhar o evento que acompanhamos na Cúpula dos Povos, segue um dos relatos: 

Relato emocionante de Vandana Shiva


Muitas matérias foram divulgadas sobre o resultado da Rio + 20. Algumas  afirmaram que a conferência não foi bem sucedida, mas ao contrário do que muitos tem dito teimo em ser otimista. Mesmo que os investimentos financeiros na economia verde e em outras iniciativas sustentáveis não tenha sido investido como o esperado, o documento final saiu garantindo a continuidade de alguns projetos e intervenções que podem e fazem a diferença. 

E vocês o que acham?



quinta-feira, 14 de junho de 2012

4° e 5° Semana Tarde


Oia noís aqui outra vez! Animados, a terceira semana também foi recheada de novidades, outras pessoas se juntaram ao grupo e começamos a pensar em quem somos e de como a nossa família é. Como é bom ser tão diferente e ao mesmo tempo tão igual, e falar em diferença, a pegada agora é pensar as diferenças que identificam essa cidade, onde mais senão na Rua Augusta, terceira exploração: Embalados no som de Tom Zé lembramos da outra Augusta, de outros tempos

"Augusta, que saudade, você éra vaidosa, que saudade, e gastava meu dinheiro com joias e outras bobagens"

A cidade muda, e muda tanto por que o mundo anda pra frente, e bem aqui na frente onde estamos ouvimos Emicida, falar dessa rua Augusta de Agora, de uma realidade da cidade diversa que encontramos

 "Sem nome varias alcunha dentro da bolsa de punho. Garota propaganda da cidade fria em seus caminhos. 1 milhão de seres 1 milhão de seres sozinhos. Sonha como se não vivesse, vive se perguntando."

 Então vimos de perto, tem até gente nova acompanhando a exploração, as coisas já começaram a mudar no caminho, "que metrô chique", "é aqui que não entra gente diferenciada?" "Nossa encostei em um rico, será que vou ficar rica também"... Ah galera, quantas risadas pra enfrentar a diferença notável de como somos tratados pelo poder público, reflexão sem obrigação.


De passagem pela arte, só pra não desacostumar atravessamos por baixo da Consolação, trabalhos expostos, fotos, pressa e então a famosa rua Augusta. " É só uma rua!" Isso, é só uma rua, como as outras, como as minhas, "Essa também é minha". pronto. Subimos para a Paulista pra ir na Livraria Cultura, que beleza, lugar lindo. grande, livre, quanto livro, quanta música, quanta liberdade. Parque de diversão dos mais divertidos. "Ah, a gente tem que ir embora? Tem sim, mas pode voltar quando quiser!"


Quarta exploração, eita que a gente ta ficando bom nisso hein! Nada de atrasos, nada de errado. Como olhar para uma cidade tão diferente? Dessa vez foi Caetano Veloso que embalou nossos pensamentos,

"E foste um difícil começo,   Afasto o que não conheço,   E quem vende outro sonho feliz de cidade,   Aprende depressa a chamar-te de realidade   Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso".

É, olhar para cidade com olhar de poéta apaixonado faz diferença. E olhar por outros ângulos? Que tal de cima?

Edificio Martinelli, foi show de bola, a história do prédio é ótima, tem até uma monitor, Sr Cabral, que contou tudo que podia sobre o prédio, Paixão, trabalho, orgulho, guerra, cortiço, fantasma... tudo misturado a concreto e aço. Lá em cima tinha um trabalho de um artista que pensa o suicídio, lindo. Mas o melhor foi olhar pra baixo, que cidade é essa? 360° de São Paulo, todos os ângulos vistos com olhares atentos, sedentos em explorar cada canto e descombir cada encanto. Vamos embora mas, antes

 "Alguma coisa acontece no meu coração, que só quando cruzo a Ipiranga com a Avenida São João"

Foto pra registrar tudo de bom que aconteceu.



Outras semanas, outras vivências estão por vir, e denovo não custa lembrar... quem quiser é só chegar!

segunda-feira, 11 de junho de 2012

3° e 4° Semana tarde


Olhar a cidade, depois de olhar entender, depois de entender amar,  e depois de amar muda-la.  Com esse proposito a turma do PJU Alana da tarde começou sua trajetória. Antes de olhar para fora, um tempo pra olhar pra si mesmo... esse mês foi intenso, muita reflexão a cerca de quem somos e de quem queremos ser. Começamos explorando os espaços que vamos conviver, depois tentamos conhecer o outro e reconhecer nele a nós mesmos, o grupo. Formar um grupo e se sentir parte dele não foi tão difícil, e ainda estamos abertos a quem quiser chegar... deixar os cadernos com nossa cara, formar acordos pra se conviver melhor, pensar sobre onde ir e com que propósito, vivenciar de peito aberto uma nova maneira de conviver em grupo, o que é ser jovem?

             E as explorações afinal?

Ilustração da Praça do Forró por Leticia Araújo
            Conhecer a cidade nos fez refletir sobre quem somos, pra começar visitamos um lugar bem conhecido, com nossa cara... mas espera aí... tinha algo diferente já no caminho, a feira. "Quinta-feira, dia de feira, uma zorra total. Gente pra lá e pra cá, um empurra, empurra, bate, bate e meus dedos cheios de calos, melhora sair de lá" foi isso que o Jhonatas registorou desse momento, e a questão ficou no ar: Todo mundo quer uma feira perto de casa, mas ninguém quer uma feira na rua de casa. Mas bora lá seguir o caminho porque o forró já começou... e terminou também. Chegamos a praça do forró, ou melhor, Padre Aleixo Monteiro Mafra, tiraram o forro da praça, tiraram o palco, diz que naquela praça não pode forró, alguns já tinham reparado, outros não... encontramos outro grupo do PJU lá, choveu, corremos, rimos, comemos e fomos visitar a igreja de São Miguel Arcanjo mas, a história da praça ninguém tira não, nem da praça nem do mercadão, nem das ruas cheias de carro e de gente, a Amanda disse: "Um grupo de jovens indo ao mercadão uma bagunça. No caminho tinha um catador de papelão e a maioria passou por ele como se fosse um lixo", com um novo olhar, foi assm que começaram as explorações.

            Galeria do Rock, segunda exploração, vamos lá ver "Que juventude é essa", olhar pra diversidade para enchergar nossa individualidade e, tentar entender: O que de mim foi formado pela cidade?
Andar em grupo, ver no rosto de todos uma vontade louca de ir, de olhar com admiração, duvida, loucura, decifrar as construções tão adultas, sentir o cheiro, reconhecer a cor ouvir o ruido apressado dos pés de trabalhadores, a calma dos jovens que apenas andam. Opâ, alguém está trocando "desilusões por um sonho", bora lá ver que parada é essa... na frente da galeria uma moça, artista, conquista pessoas com essa proposta. Explique-ce moça: Me conte uma desilução e eu te dou um sonho! Despejamos desilusões. Agora o sonho. E ela nos deu, um sonho (aquele de padaria). Risos, boca doce e coração cheio de arte. Bora pegar o trem e voltar pra casa.



            Intensas, foram assim as primeiras semanas... e que venham outros ventos e outras gentes, estamos abertos pra receber quem mais quiser se juntar nessa caminhada.